29.11.09

Você quer fazer Quadrinhos? - Parte 8

Foi rápido, né? Pois é! Eis a oitava parte de “Você quer fazer quadrinhos”! (a sétima parte está logo abaixo!)

As dicas e imagens são retiradas do mangá BAKUMAN que pode ser lido em ingles no ONEMANGA.

Part 22: This fucking Editor...

Mashiro e Takagi não se deixam esmorecer (muito...) pelo cancelamento e tão logo começam a investir em outras séries. Porém eles acabam esbarrando num inimigo que não esperavam: seu próprio editor.

O que é um “Editor”? O próprio nome já diz: é uma “criatura que edita”.

Geralmente é uma pessoa com experiência na área editorial (muitas vezes tendo sido autor também) e que sabe o que é mais vendável ou não... o que é adequado ou não... o que deve ser mudado ou não... É ele quem irá pegar o trabalho bruto dos artistas e verificar se precisa de correções. Mais conhecido como: "o chato".

Editorias são um mal necessário. Elas PRECISAM existir! Não dá para abrir as pernas para absolutamente tudo que vem por aí. No caso dos quadrinhos no Brasil, esse sistema editorial de material bruto quase não existe, sendo que o trabalho dos editores de quadrinhos aqui é simplesmente selecionar o que lá de fora vai vir parar aqui dentro (e algumas nuances de traduções de obras).

Na internet, o editor não existe (exceto em caso de trabalhos colaborativos). Cada autor pode fazer o que der na telha. Isso pode ser ótimo do ponto de vista artístico, pois permite que a criatividade e imaginação corra sem grilhões – mas do ponto de vista profissional pode ser ruim, porque o autor muitas vezes não tem parâmetros para adequar a sua criatividade de modo que o público possa usufruir 100% dela.

No Japão, a função do editor é ainda mais profunda do que simplesmente pegar o material bruto e ditá-lo. Muitos literalmente criam o mangá em parceria com os autores, oferecendo à eles material para se inspirarem, dicas, comentários extensos e, se duvidar, até auxiliam o autor na parte prática, como roteiro e desenho.

...isso poder ser MUITO mal se editor e autor não estiverem em sintonia.

Nobuhiro Watsuki, autor de Samurai X (ou Rurouni Kenshin), teve graves problemas com editores logo depois que terminou sua obra máxima. Seu mangá, lançado logo após o final de Samurai X, “Gun Blaze West” sofreu interferência editorial demais, fazendo o autor fugir dos seus pontos mais fortes, e acabou sendo um fracasso...

Um fracasso menor também foi sua obra seguinte, “Busou Renkin” desesperadamente comercial e que não apresentava nada de novo – e que acabou naufragando também. Atualmente o autor está com uma nova série, “Embalming” finalmente um pouco mais solto das amarras editorias e mais contornado para ser uma boa obra.

Agora... Watsuki bem que poderia ter escrito, logo após Samurai X, esse Embalming, ou mesmo o tal Gun Blaze West, sem problemas, de maneira inteligente e divertida como ele sempre conseguiu, e feito sucesso, não?

...pois é... o editor dele não permitiu.

Editores devem sempre ser um contraponto para o autor, mas não podem ditar as regras. Por mais que a experiência dele seja maior, quem está realmente pegando no papel e na tinta é o AUTOR. É claro que se um novatão for tentar bater de frente com um editor lá no Japão ele simplesmente será tesourado da editora (se duvudar, ambos!). Mas isso não significa que eles estão totalmente impotentes, autores PODEM e DEVEM discutir com seu editor e tentar encontrar argumentos para que ambas as partes fiquem felizes.

... e se não conseguir, sempre haverá a Internet! Onde o autor pode pintar e bordar à vontade.


Part 23: “Jack of All Trades, Master of Nothing”

Mashiro e Takagi, após muitas brigas com seu editor, finalmente conseguem fazer as pazes e investem numa nova série: um mangá de comédia. Porém seu maior rival (e amigo), Nizuma, está preocupado... acreditando que seus colegas podem estar abrindo demais o leque, sem se focar em nada.

Nos países de língua inglesa, “Jack of All Trades, Master of Nothing” é uma expressão que indicaria basicamente uma pessoa que sabe fazer um monte de coisas, mas não manda especialmente bem em nenhuma. Uma tradução da frase seria mais ou menos “Aprendiz de tudo, Mestre de nada”.

Este é um mal que acomete muitos profissionais nas mais diversas áreas. Não só nas artísticas, porém especialmente nelas.

Imaginem um médico que acabou de se formar. Ele vai parar por aí? NÃO PODE!!! Todo “bicho” que entrar num curso de medicina sabe que, depois de passar 7 anos pagando 2 mil reais por mês na faculdade, terá que desprender mais alguns anos fazendo uma especialização. Medicina é um campo aberto DEMAIS e por isso a especialidade é praticamente obrigatória justamente para o futuro médico não ficar perdido.

Quando uma pessoa entra num curso de Jornalismo, pode ficar perdida no meio de tantas possibilidades: jornal impresso, rádio, web-jornal, televisão, web-tevê, assessoria de imprensa, livro-reportagem, Mestrado... que dirá então num curso de artes! Além de todas as dez artes, ainda há milhares de subdivisões dentro delas. E não são poucos os que querem investir em TUDO.

Não há nada de errado em experimentar, muito pelo contrário! Pois só assim um profissional pode descobri do que realmente é capaz. Porém, ficar SÓ em experimentações é nocivo (a não ser que você já seja um artista consagrado). Quanto mais rápido encontrar um rumo, melhor será.

No caso de um quadrinista, se ele tentar criar vários tipos de traço, corre o risco de não ser bom em nenhum deles. Pode até conseguir trabalho facilmente, mas BONS trabalhos dificilmente conseguirá. Será um eclético que jamais terá a dispensa ou a geladeira vazias, mas em compensação a garagem continuará só com eco... incluindo a estante da sala que ele adoraria encher de livros de artes caros.

Investir num rumo é uma aposta: pode dar certo ou não. Claro que pode ser arriscado, mas felizmente no ramo da arte você sempre tem a chance de se reinventar.

Portanto a dica é não ficar pirando demais em experimentações (OUVIU?!? *aponto o dedo para o espelho*) e tentar encontrar um rumo. Se não der certo, tente de novo! O que importa não é tanto o caminho, mas sim o caminhar... em linha reta, não em círculos!

Part 24: Selfish

Enquanto Mashiro e Takagi trabalham ardentemente, existem outros que resolvem se acomodar na situação...


A coisa que eu mais ouvia (e ainda ouço, de vez em quando) em muitos circuitos dos IQD&A “Ilustres Quadrinistas Desconhecidos & Anônimos” era o quanto ser quadrinista é difícil...

Artistas diversos reclamando que não conseguem entrar em editoras por causa de panelas e marmitas... e quando o problema era o fato de nenhum deles ter NENHUM trabalho para ser apresentado para as tais editoras-marmitex eles culpavam a falta de tempo, o Cosmos e até se tornavam religiosos por uns instantes: “Deus não me ajuda!”.

50% deles ainda tem a sorte de trabalhar com desenho, embora em posições pouco criativas, como Assistente de Arte, Assistente de Flash ou “o cara que mexe no scanner”. Bem... ao estudar desenho, é comum você tentar ganhar uma grana como assistente de arte ou coisa parecida mesmo. No entanto se você deseja ser um quadrinista você precisa ter em mente que, além do trabalho como assistente, você terá de arrumar um tempo para se dedicar ao seu objetivo. Não adianta vir com essa conversa de “não tenho tempo” porque isso é exatamente o que aparenta ser: conversa!

Quadrinistas brasileiros como Deodato Jr e Ed Benes tiveram que batalhar MUITO para terem ao mesmo tempo o pão de cada dia e a ampliação das suas habilidades de desenho. Deodato cortava cana e Benes era assistente de pedreiro. Mesmo trabalhando 12 horas por dia em trabalhos PESADOS, eles ainda arrumavam tempo para desenhar e enviar trabalhos para editoras americanas.

Hal Foster, criador do mítico Príncipe Valente, e um dos grandes deuses do traço, tinha que atravessar vários quilômetros de bicicleta nas estradas (ou não-estradas, pois estamos falando dos idos de 1919...) de Chicago para ir do seu local de trabalho tedioso até o seu curso de desenho. Viveu 40 décadas antes de finalmente conseguir publicar uma obra de sua autoria: Príncipe Valente, que o tornou um dos mais célebres cartunistas do mundo.

Eu poderia discorrer várias linhas dando milhares de histórias inspiradoras sobre Quadrinistas, Estilistas, Pintores, Atores, Músicos entre outros malucos que tinham tudo para não conseguirem vencer na carreira, mas conseguiram superar as dificuldades e, acima de tudo, não ficaram praguejando contra Deus e o mundo. Mas não vou fazer isso porque EU mesma preciso aproveitar este tempo para praticar mais desenho (e VOCÊ não pode ficar perdendo tempo lendo textos muito longos quando ´também tem de praticar).

Não existe Inspiração sem Transpiração, já diziam muitas pessoas. Mas infelizmente a maioria dos ditos “futuros quadrinistas” andam transpirando muito pouco (EU, inclusive! Admito!) e depois ficam reclamando de Panelinhas e Marmitas alheias. Ora, bolas! Se a sua colher de pau for realmente BOA, ela entra em todas as panelas!
Esse tipo de comodismo beira até mesmo a arrogância, pois o cara, só por ter tomado uns ligeiros pedregulhos na cabeça, acha que já sofreu o bastante e agora quer só um trabalho anônimo tranquilo (não é a toa que a palavra "Selfish" significa não apenas "Comodismo" como "Arrogância")

O importante é não se acomodar e pensar: “Tsk, to trabalhando das 8 às 18... não tenho tempo para desenhar o que quero...” CLARO que tem! Pare de choramingar e pegue, nem que seja aquela meia-horinha que você perde assistindo Big Bang Theory e vá para a mesa desenhar enquanto assiste às maluquices do Sheldon! Acredite... meia hora por dia, todos os dias, já vai fazer uma GRANDE diferença!


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E mais uma leva de dicas acabou! Até a próxima!

Você quer fazer Quadrinhos? Parte 7

E FINALMENTE aqui estamos com a sétima parte da série “Você Quer Fazer Quadrinhos”.

Lembrando que as dicas são inspiradas em situações por quem passam os personagens do mangá BAKUMAN que pode ser lido em ingles no ONEMANGA.

Part 19: Ranks

Saiko e Takagi fazem o possível para manter a sua série estreante viva, porém precisam enfrentar adversários de peso: outras grandes séries da antologia Shonen Jump (onde são publicados) que toda semana disputam ranks que vão do primeiro ao vigésimo lugar. Fique abaixo do décimo e você já começará a ter problemas!


Concorrência de quadrinhos no Brasil é inexistente ou baixíssima.

Na verdade a única que existe no momento é entre a “Turma da Monica Jovem” e a “Luluzinha Teen”. Tirando esses, que outros quadrinhos nacionais competem entre si por espaço?

Então não é preciso se preocupar tanto com competitividade se o negócio for publicar quadrinhos no Brasil.

Claro, estou falando isso em papel. No ramo da internet existem milhares de blogs e sites de quadrinhos e tirinhas cujos autores IMPLORAM a todos para que sejam vistos e apoiados (falando nisso, vcs conhecem o meu novo blog QUADRINHOS GONZO? :p ).

Por exemplo, há alguns meses houve o prêmio Blog Books em que vários blogs de tirinhas e quadrinhos disputavam a honra de terem sua obra impressa em papel: Bichinhos de Jardim e Um Sábado Qualquer foram os dois blogs que disputaram o primeiro lugar, hora um caindo para a segunda posição, hora subindo de novo para a primeira, hora caindo de novo... No final ganhou Bichinhos de Jardim, mas esta foi uma disputa bem acirrada!

Em países onde o mercado interno é mais rico, as disputas entre os autores nacionais para ganhar espaço é grande.

Nos Isteites, (3° maior mercado no mundo) Marvel e DC estão o tempo todo comendo um o rabo da outra: lançado crises e crises e edições especiais uma atrás da outra para tentar pegar os leitores pelos calcanhares. Porém geralmente são sagas totalmente comerciais, que só servem para estragar o personagem – incluindo eventos que matam um personagem só para traze-lo de volta alguns meses depois.

Na França, (2° maior mercado do mundo) a concorrência é um pouco mais saudável. Os autores franceses no fundo não ligam muito para grandes tiragens, ou se alguém está em primeiro ou segundo ou quinto lugar. É o jeito europeu de ser: mais arte e menos nóia competitiva. Mas naturalmente, quando as vendas ficam muito baixas, existe corte de cabeças. Incluindo casos de artistas que são “artísticos demais” e enchem o saco dos editores (tal qual o desenhista Travis Charest, que foi demitido devido ao seu atraso absurdo em entregar as páginas da série Metabarões).

No Japão, (maior mercado de quadrinhos do mundo) a disputa é ferrenha! As editoras lutam uma contra as outras pelo sucesso dos seus títulos. E mesmo dentro da própria editora existe rivalidade. Revistas irmãs tem, por detrás delas, inimigos ferrenhos dentro das redações. E mesmo DENTRO de uma mesma revista existe briga. Afinal, quando uma série vai bem demais na Shonen Jump isso significa que outra vai bem mal... tal qual os protagonista de Bakuman presenciaram.

Por causa desta competitividade, editores acabam incentivando seus autores a mudarem os rumos e tornar a série algo mais “comercial”. Quase sempre um tiro no próprio pé, principalmente se o estilo da HQ for mais “cult”.

Mas a competitividade também traz algo bom, que é a busca pela qualidade aprimorada. Desenhistas e roteiristas esforçam-se para fazer seus títulos cada vez melhores. O importante, porém, é não exagerar e não ficar muito “noiado” com ranks.

O exemplo francês, na minha opinião, é o mais equilibrado: lute pelo seu espaço! Com o SEU estilo! Mas não tente o suicídio se você caiu da primeira posição para a segunda...

Part 20: Illiness...

Na sua busca desenfreada e apressada para conseguir um anime antes dos 18 anos, Saiko acaba extrapolando demais os limites do seu corpo no trabalho...


O desenhista brasileiro Marcelo Campos comentou, em entrevista, já ter tido um ritmo de trabalho que o obrigava a desenhar 40 páginas por mês – o que o levou ao hospital (e não foi para visitar parentes...)!

Mangakas diversos no Japão já ficaram doentes ou estressados devido ao ritmo exagerado de trabalho – uma coisa muito normal.

A ansiedade e a pressão podem forçar um ser humano a ultrapassar os limites do seu corpo. No Japão, o Karoshi – morte por excesso de trabalho - é a coisa mais normal do mundo (algo assustador!). A busca desenfreada por riquezas e boa colocação na sociedade faz os japoneses literalmente se matarem.

Isso também acontece em outros países, embora em menor escala. Qualquer estúdio de publicidade ou comunicação que esteja razoavelmente bem colocado no mercado, vira e mexe, terá que obrigar seus funcionários a varar a noite para entregar um projeto no prazo. Isso não é tão ruim (e às vezes algumas destas noites podem até ser divertidas) o problema é quando se torna um hábito. Bastante sério, inclusive.

Varar algumas noites trabalhando no que gosta é sinal de vida próspera: no momento ou por vir. Mas varar TODAS as noites, sem arrumar tempo para descansar devidamente durante o dia, pode ser sinal de doença grave à caminho. Quando as pessoas amam o seu trabalho às vezes é difícil para elas se darem conta de que seus corpos pedem uma pausa: eles simplesmente metem café e guaraná no cérebro (para não citar coisas ilícitas) e continuam em frente. Isso acarreta danos sérios para o futuro.

Mas é difícil pensar a longo prazo quando tem meia dúzia de clientes (ou mais) pedindo trabalhos para ontem. Ou quando o seu editor quer que você produza 10 páginas de qualidade por dia. Com exceção de pintura em telas ou coisa assim, qualquer ramo artístico é estritamente comercial. E vale a lei do futebol: se não fizer, leva. E isso pode acarretar em muito stress.

Um exemplo da vida real é o mangaka Akio Chiba, o clássico autor dos quadrinhos de beisebol Playball e Capitain, não emplacou novas séries após o sucesso destas e sua carreira entrou em declínio. Não aguentando a pressão, Chiba acabou por se matar.

Uma coisa que o artista deve sempre ter em mente é que, muito mais importante que o seu lápis ou o seu HD ou sua mesa de desenho, o CORPO é seu principal instrumento de trabalho. Estrague-o e você não poderá comprar um novo.

Seja cuidadoso consigo mesmo!

Part 21: FUCK!!!!

Mashiro, após uma longa pausa (e uma obstinação suicída de continuar desenhando mesmo hospitalizado), volta à carga com sua série de mangá juntamente com Takagi. Porém, a pausa que eles fizeram realmente atrapalhou o andamento da série que, após amargar níveis baixos de aprovação entre os leitores, acabou sendo cancelada...

É triste quando uma obra é cancelada.

Mas acontece, o mercado editorial é só para os fortes (não necessariamente os mais talentosos...). E encarar o cancelamento da sua obra é algo que quase todos os autores de quadrinhos no mundo já tiveram que fazer pelo menos uma vez na vida.

No Japão o ritmo de surgimento e cancelamento de novas séries é tão rápido que os editores se tornam até insensíveis, mas não seus autores. Principalmente numa sociedade que encara o fracasso como o fim do mundo.

Não há muito o ue fazer quando a sua obra é cancelada... o negócio é bola para frente.

No caso de quadrinhos online, uma obra poderia ser "cancelada" se não estiver atraindo público nenhum. Se o seu índice de visitas estiver baixo ou coisa parecida. Mas pelo menos na internet, por pior que seja a sua obra, vocÊ ainda pode mante-la no ar o tempo que quiser.

...mas há um momento que o próprio autor precisa encerrar suas obras. Até mesmo para preservá-las.

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Bem, aí foram mais três dicas. E enquanto as novas páginas de Turn to Fall não são entregues, estou aquecendo o meu teclado aqui para escrever mais. Até logo!


26.11.09

Free Talk: E em 2010...

O desenhista do capitulo 21 já me enviou algumas páginas que já estão devidamente letreiradas, mas justamente as primeiras são as que faltam ele enviar para poder iniciar o capítulo. Aguardemos pois...

Estou pensando em fazer algumas mudanças profundas neste blog. Ainda não sei exatamente quais, mas irei fazê-las.

Turn to Fall, com a conclusão do capítulo 23 (que eu esperava poder lançar ainda este ano...) começa a rumar para a sua reta final. E eu espero conseguir concluir antes do final de 2010, aumentando o ritmo de realização das páginas. E também será a hora de eu começar a encarar de maneira mais séria minha meta de me tornar ilustradora.

As minhas "resoluções de ano novo" ainda não foram tomadas, mas fiquei feliz em ter concluído as do ano passado (embora elas fossem fáceis...)! Vejamos o que este último mês promete.

O ano que vem será lotado!

12.11.09

Capítulo 21 - Parte 5

A paciência esgotou e decidi fazer as páginas finais do capítulo 21 eu mesma.

Na verdade este capítulo está terminando com menos páginas do que o previsto, mas pelo menos eu encerro logo esta parte, que já estava me dando angústia!

Fiz em vinte minutos todas as três, mas pelo menos o capítulo está, enfim, fechado.

9.11.09

Free Talk: Inferno Astral

Tom está atrasado com as páginas...

Alexandre está atrasado com as páginas...

Passo seis meses de perrengue. Aí de repente aparecem duas propostas de trampo e eu só posso escolher uma (a mais trabalhosa e estressante)... só para depois passar mais seis meses de perrengue que já to até vendo...

Cansaço... não tive ânimo para ir no curso de desenho este fim de semana...

Não posso ir no Kung Fu porque estou extraindo os dentes... e minha boca ainda tá meio zoada.

Frustração. Não consigo fazer nada direito.

Merda de trimestre...

23.10.09

Capítulo 21 - Parte 4

TON NOISE, nosso artista convidado, nos presenteia com mais páginas! Ei-las!


































15.10.09

Capítulo 21 - Parte 3

TÉQUINFIM!!!!

To de CPU nova! E o nosso desenhista, Tom Noise, voltou à ativa! Agora às páginas, que já atrasou demais!